Recentemente, tenho olhado alguns pools de jogos de blockchain, e quanto mais olho, mais parecem roteiros familiares: produz uma pilha de moedas todos os dias, mas o lado do consumo só tem “upgrades/raspagem de cartas/ reparo de equipamentos” que são gastos pontuais, a inflação é como se tivesse aberto a torneira, e no final o pool depende de novos jogadores para preencher... Em resumo, eles tratam “produção” como benefício, “consumo” como fé, e isso não dura muito.



Esse tipo de indicador inverso é o que mais me dá vontade de copiar o “período de retorno ao investimento mais curto”, e quando ele continua a diminuir, até chegar a zero, é bastante educativo. Agora aprendi a ser mais esperto, não ficar pensando em talentos excepcionais para pegar o ponto de inflexão, mas mais na rotina: observar a taxa de crescimento da produção, verificar se há consumo contínuo, e se a equipe só sabe aumentar a produção em dobro.

A propósito, quero reclamar que recentemente alguém tentou interpretar o fluxo de fundos de ETF, o apetite ao risco do mercado de ações dos EUA e as oscilações de criptomoedas de forma conjunta, o que me deixou de cabeça quente... Claro que o macro afeta o humor, mas em um pequeno ecossistema como os jogos de blockchain, a inflação interna explode, e por mais que o “apetite ao risco melhore” lá fora, não há como salvar. De qualquer forma, vou evitar mexer muito, para não entrar no pool e ver tudo desmoronar.
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