Percebi uma tendência interessante – nos últimos 10 anos, a fortuna de Messi cresceu exatamente três vezes. Se em 2016 era cerca de 280 milhões, agora já está perto de 900 milhões. Um crescimento selvagem, para ser honesto.



O maior salto ocorreu após 2020. Foi quando começaram a aumentar os contratos com clubes de elite e os acordos de patrocínio. Em 2021, já eram 600 milhões, em 2022 ultrapassou 650. Depois, o crescimento continuou – em 2024 já eram 800 milhões.

De acordo com fontes da Forbes e Bloomberg, esse crescimento está relacionado a contratos de elite, parcerias de patrocínio recordes na Europa e nos EUA, além de pagamentos por conquistas em torneios mundiais e grandes transferências. Acontece que a fortuna de Messi cresce não apenas por salário, mas também por projetos comerciais. É interessante observar como o esporte se transformou em uma ferramenta financeira dessa magnitude.
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