Direitos de transmissão da Copa do Mundo em impasse: não pense em tratar o mercado chinês como uma ovelha a ser sacrificada



Faltando pouco mais de quarenta dias para o início da Copa, as previsões de eventos que normalmente inundam o mercado há anos estão surpreendentemente silenciosas este ano. Não é que os fãs tenham deixado de gostar de assistir, mas sim que até agora não há sinal de transmissão definido no país. Uma celebração do futebol, como chegamos a esse ponto?

Resumindo, a FIFA ainda sonha com o passado, tratando o mercado chinês como uma ovelha fácil de manipular. A oferta de 2,5 bilhões de dólares em direitos de transmissão, equivalente a quase vinte bilhões de yuans, é feita de boca. E ao fazer as contas, fica claro: os horários das partidas desta Copa estão todos no horário de pico dos EUA, enquanto aqui é madrugada. Gastar dezenas de bilhões para conquistar audiência na madrugada, sem anunciantes interessados, é simplesmente gastar dinheiro em vão, quem aceitar será o grande tolo.

O que deixa tudo ainda mais desolador é que, devido a problemas com os direitos, até mesmo os credenciais para jornalistas locais cobrirem o evento estão sendo deliberadamente dificultadas. Isso não é mais uma negociação comercial, é uma pressão explícita. A FIFA provavelmente pensa que, ao segurar firmemente os recursos do evento, as plataformas chinesas ficarão na fila para pagar.

Mas eles claramente subestimaram nossa determinação. Dinheiro temos, mas não vamos usá-lo para ser explorados como uma ovelha. Amar o futebol não significa aceitar esse tipo de extorsão de preços exorbitantes. Em vez de ser forçado a aceitar perdas silenciosas, é melhor levantar a mesa com coragem. Não é só uma Copa, o que vai acontecer se não houver transmissão? Sem essa festa de audiência noturna, as pessoas vão trabalhar normalmente, viver suas vidas, e o céu não vai cair.

Essa postura de resistência é, na verdade, uma lição para todo capital estrangeiro arrogante. O mercado chinês é realmente grande e cheio de oportunidades, mas isso não significa que vamos pagar qualquer preço. Para ganhar o dinheiro dos chineses, é preciso mostrar sinceridade e reciprocidade. Com arrogância de impor e vender a força, certamente não colheremos bons frutos aqui.

Como sempre, só há uma saída: deixar de lado a foice de cortar a cebola, voltar à mesa de negociações com honestidade e buscar um equilíbrio de ganha-ganha. Essa é a única saída.
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