Acabei de ver que Konstantin Ignatov foi libertado da prisão este ano. Ele era o irmão daquela Cryptoqueen envolvida no golpe OneCoin scam — sabes, aquela fraude de $4 billion que basicamente toda a gente caiu. A parte mais louca é que ele já cumpriu 34 meses lá dentro, por isso já acabou a pena. Parece que ele passou a dirigir toda a operação depois de a irmã desaparecer em 2017 e tornou-se o líder de facto do esquema. O tipo até mentiu no banco das testemunhas sobre ter deixado o portátil em Vegas, o que é bastante absurdo.



O que é interessante no caso de Konstantin Ignatov é a quantidade de pessoas que acabaram envolvidas nisto. O seu cúmplice, Mark Scott, recebeu 10 anos por branqueamento de $400 million. Karl Sebastian Greenwood, um dos principais responsáveis por impulsionar o OneCoin, recebeu 20 anos e chegou a ganhar cerca de $300 million com isso antes de ser apanhado. Até o responsável máximo do departamento jurídico e de compliance se declarou culpado. Mas a Cryptoqueen em si? Continua desaparecida desde 2017. Está na lista dos mais procurados do FBI, e há rumores de que algum chefe de um cartel de drogas a possa ter morto em 2018.

Honestamente, todo este caso do OneCoin é uma daquelas histórias de cripto que fica ainda mais inacreditável quanto mais fundo se vai.
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