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A situação fica cada vez mais interessante. A China reduz sistematicamente as suas reservas de títulos do Tesouro dos EUA, e isso não é um fenómeno aleatório, mas uma decisão estratégica bem pensada. Segundo os dados de janeiro de 2025, a posição chinesa caiu para cerca de 683 mil milhões de dólares – o nível mais baixo desde 2008. Isto significa nove meses consecutivos de vendas líquidas. Quem não ficaria nervoso com isso?
O mais notável: a China foi outrora a maior compradora destes títulos, mantendo picos de 1,3 biliões de dólares. Agora, o país já reduziu mais da metade. E ainda mais significativo – a China caiu pela primeira vez em 25 anos fora do top dois dos detentores estrangeiros, sendo ultrapassada até pelo Reino Unido. Isto não é apenas um número, é uma declaração.
O que torna isto tão crítico para os EUA? A confiança está a desmoronar-se. A dívida americana aproxima-se dos 37 biliões de dólares, e cada americano carrega, em média, 100.000 dólares de dívida. Os gastos com juros já consomem 18 por cento das receitas fiscais – muito acima do limite seguro de 10 por cento. Os EUA financiam-se através de endividamento constante. Se os principais credores começarem a retirar-se, quem irá ainda disponibilizar todo esse dinheiro?
A abordagem da China está longe de ser impulsiva. Desde 2011, tem vindo a reduzir gradualmente, e desde que a marca de 1 bilião de dólares foi ultrapassada em 2022, não houve volta atrás. Isto é um planeamento a longo prazo. É preciso entender: por que razão a China concentraria todas as suas reservas num cesto se as relações com Washington se tornam cada vez mais tensas? Sanções técnicas aqui, restrições comerciais ali, tensões geopolíticas em todo o lado. A Rússia mostrou o que acontece – ativos congelados, ponto final. O risco é real.
A Federal Reserve tenta agora salvar a situação comprando 40 mil milhões de dólares em títulos por mês. Oficialmente, para liquidez, na prática, os EUA estão a intervir. Mas isto é apenas um remendo numa ferida que é muito mais profunda. Os mercados duvidam da sustentabilidade, a confiança no dólar americano está a abalar-se visivelmente.
Ao mesmo tempo, enquanto a China vende títulos do Tesouro, o país compra massivamente ouro. Foram adquiridas 73,77 milhões de onças em vários meses. Isto não é casualidade – é uma reestruturação das reservas. Uma mudança do dólar para ativos mais estáveis. E outros países também estão a notar isso. Índia, Brasil e outros países do BRICS já ajustaram as suas reservas em outubro.
O problema central para os EUA: o monopólio do dólar está a enfraquecer-se. O mundo procura alternativas. Se os EUA continuarem a usar os fundos como arma e a politizar a economia, os mercados e os países acabarão por votar com os pés. Não hoje, não amanhã, mas a direção é clara.
O Canadá compra e vende de forma flexível – 56,7 mil milhões em outubro, 53,1 mil milhões em novembro. São movimentos táticos. A redução da China, por outro lado, é decidida e a longo prazo. Isso é fundamental. E é exatamente isso que deixa Washington nervoso. Não se trata apenas de números, trata-se da confiança na estabilidade do mercado de títulos do Tesouro dos EUA. Este é o pilar da posição global do dólar.
O processo de nove meses da China funciona como um sinal de alerta para os investidores globais. A questão que se coloca agora é: os investimentos em dólares são realmente seguros? A segurança das reservas de divisas não é um detalhe secundário – ela afeta a estabilidade do Renminbi, as importações de energia, toda a economia. Com esta ajustamento, a China também se protege a si própria.
Se ocorrer uma venda massiva, os custos de financiamento para os EUA aumentarão dramaticamente. A carga orçamental crescerá. As reservas da China, superiores a 680 mil milhões de dólares, representam uma carta forte que não deve ser jogada de ânimo leve – mas a redução contínua é suficiente para gerar inquietação.
O sistema financeiro global não é sustentado por um único país. É preciso um sistema diversificado. Se os EUA insistirem em métodos antigos, os dias de nervosismo para eles não passarão. Isto não é uma agressão, é uma realidade.