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Acabei de perceber algo interessante da Oxford Economics que chamou minha atenção. Enquanto o FMI acabou de reduzir sua previsão de crescimento econômico global para 3,1% em 2026, o analista Ben May está na verdade dizendo que o FMI ainda está sendo demasiado otimista sobre para onde as coisas estão indo.
Aqui é onde fica interessante - a Oxford Economics projeta um crescimento econômico global ainda mais lento, de 2,9%, o que é notavelmente mais pessimista. A diferença não é grande na teoria, mas o raciocínio por trás dela importa. May aponta que uma grande parte da divergência se deve às suposições sobre o preço do petróleo.
O FMI está apostando que o Brent cru vai fazer uma média de cerca de $80 por barril no próximo ano, mas a Oxford Economics espera que fique mais próximo de $90. Essa $10 diferença pode parecer menor, mas reverbera por toda a estimativa de crescimento econômico global, especialmente quando se olha para economias dependentes de energia.
O que também vale a pena notar é que May acha que o FMI continua demasiado otimista em relação aos mercados desenvolvidos especificamente. Eles estão mais otimistas quanto às perspectivas de crescimento para os EUA, Zona Euro, Japão e Reino Unido do que o que a Oxford Economics projeta. Então, não se trata apenas de petróleo - é um ceticismo mais amplo sobre quão rapidamente essas economias maduras podem manter o impulso.
A conclusão aqui é que, mesmo quando instituições importantes como o FMI ajustam suas previsões para baixo, ainda há um grupo de analistas que acha que o consenso não é pessimista o suficiente. Quando se olham as trajetórias de crescimento econômico global, essas divergências de previsão podem indicar onde riscos reais podem estar escondidos.