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#Gate广场披萨节 Não chore por aquelas duas fatias de pizza, a verdade pode doer!
22 de maio, o Festival da Pizza, o evento anual do mundo cripto.
Como esperado, sua rede social deve estar novamente repleta de relatos: em 2010, o programador Laszlo gastou dez mil bitcoins para comprar duas fatias de pizza. Com o valor atual da moeda, aquilo que ele comeu na época parece uma porta-aviões, um arranha-céu. O mundo todo sente pena dele, usando essa história como o exemplo mais triste de “perder a liberdade financeira”.
Espere. Este homem, pelo qual temos nos solidarizado por mais de uma década, talvez nem precise de suas lágrimas.
Hoje, aos 57 anos, ele ainda mora na Flórida, trabalhando como programador comum. Quando o bitcoin atingiu 1 dólar, ele vendeu a maior parte de suas moedas para comprar um computador novo. Diante da enxurrada de mídia, bloqueou todos os estranhos, querendo se esconder na sua casca de programador. Ele já disse uma grande verdade: “Na época, só queria comer pizza.”
Veja, a “tragédia” que o mundo lhe impôs, ele nunca assumiu.
E ao desvendar a névoa da história, encontramos um detalhe mais importante, porém sempre ignorado: Laszlo não era um investidor comum, ele foi um dos pioneiros do núcleo do Bitcoin.
Naquela era selvagem, a mineração ainda era uma disputa de CPU. Foi Laszlo quem primeiro superou o desafio técnico de minerar com placas gráficas (GPU), fazendo o poder de processamento saltar de centenas a milhares de vezes. Ele também desenvolveu o primeiro cliente Bitcoin para macOS, colocando as bases para a rede inicial do Bitcoin.
Agora, com essa identidade, ao revisitar aquela transação, podemos perguntar: ao trocar dez mil bitcoins por duas fatias de pizza, foi apenas por gula, foi só gastar o dinheiro?
Provavelmente, não foi uma simples compra, mas uma ação artística e de teste de resistência, cuidadosamente pensada por um grande desenvolvedor, carregada de simbolismo e ritual.
Se o Bitcoin sempre fosse apenas uma troca entre geeks, seria apenas um jogo matemático dentro de um círculo, uma sequência de códigos sem âncora na realidade. Só ao tirá-lo do computador, trocando por uma pizza quente e que sacia a fome, ele realmente completou um ciclo na economia humana.
Laszlo não estava comprando pizza, ele usou essa cena carregada de simbolismo para declarar ao mundo: veja, essa coisa chamada Bitcoin realmente pode ser usada como dinheiro.
Ele trocou uma moeda de quase nada na época por um certificado de nascimento no mundo real. Isso não foi gula, foi uma espécie de sacrifício promethéico. Na verdade, ele gastou quase 100 mil bitcoins ao longo do tempo para comprar pizza, e depois testou o pagamento via rede Lightning com uma pequena quantidade de bitcoins — do começo ao fim, ele explorou ativamente as funções de pagamento do Bitcoin.
E aqueles que insistem em calcular “perdas” ainda estão presos a uma visão simplista: medir uma corrente de rio com um ponto fixo. Podemos perguntar: se Laszlo não tivesse feito essa façanha, se todos tivessem segurado suas moedas desde 2010, por que o Bitcoin ainda existiria hoje? Seu “e se” simplesmente não existe.
Existe uma lógica cruel, mas verdadeira: foi justamente porque alguém gastou, que o Bitcoin tem valor.
O que Laszlo consumiu não foi uma pílula de arrependimento, mas a cerimônia de maior glória do Bitcoin. Ele não se tornou uma celebridade na lista de bilionários, mas entrou na história do movimento cypherpunk.
Portanto, no próximo Festival da Pizza, ao invés de lamentar por duas fatias virtuais de “pizza de preço exorbitante”, aproveite para refletir sobre a lição mais profunda por trás disso:
Neste círculo, quem realmente muda o mundo nunca são aqueles que acumulam por cálculo ou sonham em enriquecer da noite para o dia. São os construtores de coração puro, dispostos a trocar “ouro digital” por duas fatias de pizza quente.
A vida simples e tranquila que ele leva hoje é justamente o ponto final perfeito dessa história.
Chega de ser um espectador que só se arrepende ao olhar o gráfico de velas do passado. A história sempre foi escrita por aqueles que trabalham duro e sabem se contentar.
22 de maio, o festival anual de pizza no mundo das criptomoedas.
Como era de se esperar, na sua rede social certamente há uma repetição incessante daquela história: em 2010, o programador Laszlo gastou dez mil bitcoins para comprar duas fatias de pizza. Com o valor atual da moeda, aquilo que ele comeu na época parece uma porta-aviões, um arranha-céu. O mundo todo sente pena dele, usando essa história como o exemplo mais triste de “perder a liberdade financeira”.
Espere. Esse homem, pelo qual sentimos pena há mais de uma década, talvez nem precise das suas lágrimas.
Hoje, aos 57 anos, ele ainda mora na Flórida, trabalhando como programador comum. Quando o bitcoin atingiu 1 dólar, ele vendeu a maior parte de suas moedas para comprar um computador novo. Diante da enxurrada de mídia, bloqueou todos os estranhos, querendo se esconder na sua casca de programador. Ele já disse uma verdade dura: “Na época, só queria comer pizza.”
Veja, a “tragédia” que o mundo impôs a ele, ele nunca assumiu.
E quando desvendamos a névoa da história, descobrimos um detalhe mais importante, porém sempre ignorado: Laszlo não era um investidor comum, ele foi um dos pioneiros do núcleo do bitcoin.
Naquela era selvagem, a mineração ainda era uma disputa de CPU. Foi Laszlo quem primeiro superou a dificuldade de minerar com GPU, fazendo o poder de processamento alcançar saltos de cem, mil vezes. Ele também desenvolveu o primeiro cliente de bitcoin para macOS, colocando as bases para a rede inicial do bitcoin.
Agora, com essa identidade, ao revisitar aquela transação, podemos perguntar: ao trocar dez mil bitcoins por duas fatias de pizza, foi apenas por gula, foi só gastar como “dinheiro”?
Provavelmente, não foi uma simples compra, mas uma ação artística e de teste de resistência, cuidadosamente pensada por um grande desenvolvedor, cheia de simbolismo e ritual.
Se o bitcoin sempre fosse apenas uma transferência entre geeks, seria apenas um jogo matemático dentro de um círculo, uma sequência de códigos sem âncora na realidade. Só ao tirá-lo do computador, trocando por uma pizza quente e que enche a barriga, ele completou um ciclo no mundo real da economia humana.
Laszlo não estava comprando pizza, ele estava usando essa cena carregada de simbolismo para declarar ao mundo: olhem, esse tal de bitcoin realmente pode ser usado como dinheiro.
Ele usou dez mil bitcoins, quase sem valor na época, para dar uma prova de nascimento ao recém-nascido bitcoin. Isso não foi gula, foi uma espécie de sacrifício promethéico. Na verdade, ele gastou quase 100 mil bitcoins ao todo para comprar pizza, e depois testou o pagamento via rede Lightning com uma quantidade mínima de bitcoins — do começo ao fim, ele explorou ativamente as funções de pagamento do bitcoin.
E aqueles que insistem em calcular “perdas” ainda estão presos a uma visão simplista: medir uma corrente de rio com um ponto fixo. Podemos perguntar: se Laszlo não tivesse feito essa façanha, se todos tivessem segurado suas moedas desde 2010, por que o bitcoin ainda existiria hoje? Seu “e se” não existe.
Existe uma lógica cruel, porém verdadeira: foi justamente porque alguém gastou, que o bitcoin tem valor.
Laszlo não comeu uma pílula de arrependimento, mas a maior cerimônia de maioridade do bitcoin. Ele não virou uma celebridade na lista de ricos, mas entrou na história do movimento cypherpunk.
Portanto, no próximo festival de pizza, ao invés de lamentar por duas fatias virtuais de “pizza de preço exorbitante”, reflita sobre a lição mais profunda por trás disso:
Neste círculo, quem realmente muda o mundo nunca são aqueles que acumulam, que calculam obsessivamente a riqueza rápida. São os construtores de coração puro, dispostos a trocar “ouro digital” por duas fatias quentes de pizza.
A vida simples e despreocupada que ele leva hoje é justamente o ponto final perfeito dessa história.
Chega de ser um espectador que só se arrepende ao olhar o gráfico de velas do passado. A história sempre foi escrita por aqueles que trabalham duro e sabem se contentar.