A Apple atinge a máxima histórica em 15 de julho, sobe 4% para US$ 327,50 em meio à aprovação de IA da China

De acordo com a Barron’s, as ações da Apple subiram 4% e fecharam em um recorde de US$ 327,50 em 15 de julho, impulsionadas em parte pela aprovação da Apple Intelligence pela China no mesmo dia. A liberação regulatória remove um grande obstáculo para que os recursos de IA cheguem ao maior mercado de smartphones do mundo.

A Apple deve divulgar os resultados do terceiro trimestre em 30 de julho. Os investidores estão de olho nos números diante de preocupações com a alta dos custos de memória, possível fraqueza na demanda pelo iPhone e o impacto da inflação nos gastos do consumidor. A relação P/L (preço sobre lucro) projetada para 12 meses das ações atualmente está em 34,6, bem acima da média de 27,7 dos últimos cinco anos.

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