De acordo com o CNVDB, órgão estatal da China, em 8 de julho, versões do Claude Code lançadas de abril a junho poderiam enviar dados de localização e identidade do usuário para servidores remotos sem consentimento, e a agência recomendou que os usuários excluíssem o software ou atualizassem para uma versão mais recente. A Alibaba posteriormente notificou seus funcionários de que proibiria o uso do Claude Code no local de trabalho a partir de 10 de julho, citando preocupações com acesso não autorizado.
A Anthropic respondeu que empresas chinesas, incluindo a Alibaba, não tinham autorização para acessar os serviços do Claude. Um engenheiro do Claude Code revelou na X que o código sinalizado fazia parte de um experimento de março para evitar abuso de contas por revendedores não autorizados e destilação de modelos, e está sendo revertido. A Anthropic acrescentou que o Claude Code inclui uma funcionalidade de monitoramento controlada pelo cliente, separada da suposta transmissão de dados, e observou que o Claude não é oferecido diretamente na China.