De acordo com o HSBC, o banco de investimentos, em 18 de julho elevou a recomendação da Apple para “compra”, saindo de “manter”, e aumentou sua meta de preço para US$ 366, de US$ 260, antes do relatório de resultados da gigante de tecnologia, agendado para 30 de julho. O analista do HSBC Nicolas Cote-Colisson afirmou que Apple Intelligence e a próxima geração da Siri, com IA, poderiam impulsionar um novo ciclo de upgrades de smartphones, com a empresa potencialmente atingindo uma valorização de mercado de US$ 5 trilhões.
No entanto, a KeyBanc Capital Markets rebaixou a Apple para “desempenho abaixo da média”, com meta de preço de US$ 250, alertando que a ação é negociada a 35–36 vezes os lucros, ante a média de 20 vezes do S&P 500, sugerindo um risco de queda de mais de 20%. A KeyBanc citou preocupações de que a avaliação esteja esticada e de que a ação esteja em território tecnicamente sobrecomprado, com possibilidade de uma correção significativa se os resultados do 3T ou os avanços em IA decepcionarem.