De acordo com a Jin10 Futures, em 14 de maio, os futuros de açúcar bruto da ICE caíram 2,5% para 15 centavos de dólar por libra na quinta-feira, revertendo uma alta de quatro dias, enquanto o açúcar branco caiu 2,8% para US$ 442,80 por tonelada métrica. A queda foi impulsionada por oferta abundante da principal região centro-sul do Brasil, onde a produção de açúcar deve disparar 72,7% ano contra ano, segundo a S&P Global Platts Insights. O aumento da produção se deve ao processamento acelerado da cana-de-açúcar, já que as fábricas priorizam a produção de etanol em vez de açúcar na temporada 2026/27, à medida que a alta dos preços do petróleo fortalece a competitividade do etanol frente à gasolina. Em resposta, a Índia — o segundo maior produtor mundial de açúcar — baniu as exportações de açúcar até 30 de setembro de 2026, para controlar os preços internos. Separadamente, o cacau em Londres caiu 0,6% para 3.256 libras por tonelada, e o cacau em Nova York recuou 0,7% para US$ 4.446 por tonelada, voltando atrás de uma máxima de três meses e meio de 3.549 libras atingida na terça-feira.
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