Polymarket acusa Kalshi de espionagem corporativa; Kalshi assume a liderança do volume em abril em US$ 5,42 bilhões

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De acordo com o New York Post, a Polymarket acusou sua rival Kalshi de espionagem corporativa em abril de 2026, alegando que a empresa copiou lançamentos de produtos e que pode estar monitorando as instalações da companhia em Manhattan. A Polymarket reuniu um dossiê interno chamado “The Imitators” documentando cerca de uma dúzia de incidentes suspeitos, incluindo anúncios de produtos idênticos com poucas horas de diferença e eventos promocionais quase simultâneos. O responsável pelo marketing da empresa, Matthew Modabber, disse ao Post: “Houve coincidências demais”. A Polymarket chegou até a escurecer algumas janelas do escritório depois de observar que a Paradigm, uma empresa de venture que apoia a Kalshi, aluga escritórios diretamente em frente à sede da empresa em SoHo, com possíveis ângulos de visão para as telas dos funcionários. As duas empresas rejeitaram as acusações: a Kalshi, por meio do porta-voz Jack Such, chamou os fatos de “tristes e beirando o delírio” e afirmou que a empresa desenvolveu seu produto de futuros perpétuos desde 2024. A Kalshi superou a Polymarket em volume de taker em abril pela primeira vez, gerando US$ 5,42 bilhões contra US$ 1,99 bilhão da Polymarket, segundo a Dune Analytics.
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