A empresa global de advocacia Reed Smith lançou no dia 14 de julho uma plataforma de conformidade automatizada chamada Aquarius, com o objetivo de ajudar empresas de criptomoedas a lidar com a regulamentação do Regulamento de Mercados de Ativos Cripto da União Europeia (MiCA). O Aquarius pode automatizar tarefas essenciais de conformidade, como classificação de ativos cripto, geração de white paper regulatório, due diligence e divulgações de informações de ESG (ambiental, social e de governança).
Conforme a descrição oficial da Reed Smith, o Aquarius visa simplificar o processo de conformidade com o MiCA das empresas cripto por meio da combinação de fluxos de trabalho automatizados e expertise jurídica; as principais funções são:
Classificação de ativos cripto: identifica automaticamente o tipo de ativo para atender às exigências de classificação do MiCA
Geração de white paper regulatório: gera de forma automatizada os documentos regulatórios exigidos pelo MiCA
Due diligence: ajuda a concluir os procedimentos de due diligence jurídicos necessários para a conformidade
Divulgação de informações de ESG: conclui automaticamente as exigências relacionadas a divulgações ambientais, sociais e de governança
A Reed Smith planeja expandir o Aquarius para o Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Hong Kong e Singapura, para apoiar os respectivos sistemas de regulação de criptomoedas locais.
Segundo a reportagem, o período de transição do MiCA na UE terminou oficialmente em 1º de julho de 2026; antes disso, alguns países-membros que já haviam implementado integralmente o período de transição permitiam que empresas cripto continuassem operando por meio de isenções nacionais temporárias, antes de obter a autorização formal do MiCA.
Após o término do período de transição, os provedores de serviços sobre criptoativos devem operar nos 27 países-membros da UE seguindo as exigências formais de autorização do arcabouço do MiCA, abrangendo vários aspectos, como licenças, proteção ao consumidor e requisitos operacionais.
Conforme a reportagem, a ESMA iniciou na semana passada uma revisão regulatória dos provedores de serviços sobre criptoativos já autorizados, com foco em como as entidades de custódia protegem a segurança dos ativos dos clientes e gerenciam riscos operacionais. O cofundador e managing partner da fornecedora de infraestrutura de ativos digitais Taurus, Sebastien Dessimoz, disse: “Obter a licença do MiCA é apenas o começo para as entidades de custódia; elas ainda enfrentam escrutínio contínuo em relação à segurança cibernética, governança e capacidade de proteger os ativos dos clientes.”
Além disso, uma reportagem aponta que os formuladores de políticas da UE estão considerando revisar o arcabouço de stablecoins do MiCA, incluindo a criação de regras de emissão para stablecoins denominadas fora do euro; parte dessa discussão ocorre devido ao impulso do projeto de lei dos EUA “GENIUS Act”.
Conforme a descrição oficial da Reed Smith, o Aquarius pode concluir automaticamente tarefas essenciais de conformidade, como classificação de ativos cripto, geração de white paper regulatório, due diligence e divulgações de informações de ESG; o plano é expandir no futuro para o Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Hong Kong e Singapura, para apoiar os sistemas regulatórios locais.
Segundo a reportagem, o período de transição do MiCA termina em 1º de julho de 2026, e as empresas cripto não poderão mais depender de isenções nacionais temporárias; será necessário seguir as exigências formais de autorização do arcabouço do MiCA. A ESMA também inicia simultaneamente a revisão regulatória dos provedores de serviços autorizados, com foco na proteção dos ativos dos clientes e no gerenciamento de riscos operacionais.
Conforme a reportagem, a Reed Smith opera atividades globais com ativos digitais sob o seu plano “On Chain”. Ela já atuou como consultora jurídica no projeto de captação de US$ 2,5 bilhões em bitcoin da Trump Media, atuando como agente de distribuição, e prestou serviços de consultoria para a criação de uma empresa de tesouraria de bitcoin por meio da combinação entre Nakamoto Holdings e KindlyMD.
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