De acordo com a Xinhua, em 18 de maio, o ouro à vista rompeu brevemente abaixo de US$ 4.500 por onça durante as negociações asiáticas, com os preços se estabilizando em torno de US$ 4.549,13 até o horário de fechamento. Os futuros de ouro da COMEX foram negociados a US$ 4.561,30. A queda ocorre após a declaração do presidente dos EUA, Trump, em 17 de maio, sobre o Irã, e os relatos de discussões planejadas no Pentágono sobre opções militares.
Grandes instituições divergiram quanto à perspectiva para o ouro. A JPMorgan reduziu sua previsão de preço médio do ouro em 2026 de US$ 5.708 para US$ 5.243 por onça, citando demanda fraca no curto prazo, apesar de manter uma postura mais otimista no longo prazo e prever preços chegando a US$ 6.000 até o fim do ano. Em contraste, o Goldman Sachs reiterou sua meta para o fim do ano de US$ 5.400 por onça, citando a forte demanda de compra dos bancos centrais, estimada agora em 60 toneladas por mês globalmente, acima das avaliações anteriores. O Goldman também observou que, até abril, o banco central da China havia acumulado reservas de ouro totalizando 74,64 milhões de onças, estendendo sua sequência consecutiva de compras por 18 meses.
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