Nesta semana, a partir de 14 de julho, os dados de inflação dos EUA e o início da temporada de resultados serão testes-chave da resiliência do mercado. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de junho é divulgado na terça-feira, seguido na quarta-feira pelo Índice de Preços ao Produtor (PPI) e pelos dados de vendas no varejo na quinta-feira. O foco do mercado estará nas tendências do CPI subjacente e nas possíveis expectativas de aumento da taxa do Federal Reserve, com dados da LSEG mostrando que a precificação atual reflete uma probabilidade de 25% de um aumento da taxa em dezembro. Analistas do Citigroup preveem que o CPI subjacente pode cair abaixo de 2,5% na comparação anual até o fim do verão, indicando alívio persistente da inflação e potencialmente descartando aumentos de taxas.
Enquanto isso, a China divulga o PIB do segundo trimestre na quarta-feira, com economistas consultados pelo Wall Street Journal esperando que o crescimento desacelere para 4,5% na comparação anual, ante 5% no 1T. Os dados de produção industrial de junho e de vendas no varejo devem trazer mais clareza sobre o ritmo econômico. Nos resultados, JPMorgan e Goldman Sachs publicam na terça-feira para iniciar a temporada, com empresas do S&P 500 esperadas para entregar um crescimento de lucros de 23,7% na comparação anual. O banco central do Canadá mantém as taxas na quarta-feira em 2,25%, enquanto o banco central da Coreia do Sul se reúne na quinta-feira e deve elevar as taxas em 25 pontos-base.