De acordo com Juan Carlos Artigas, CEO do World Gold Council Americas, em 1º de julho, o ouro é um ativo verdadeiramente global que reflete dinâmicas macroeconômicas e geopolíticas em todas as regiões, e não apenas fatores dos EUA. Essa perspectiva torna o ouro um ponto de referência valioso para investidores.
Apesar dos preços do ouro enfrentarem pressão perto de US$ 4.000 por onça este ano, a demanda estrutural de bancos centrais, investidores institucionais e consumidores tem sustentado a resiliência do ativo. Embora as taxas de juros devam ser uma variável-chave no segundo semestre de 2026, o desempenho do ouro não é impulsionado por um único fator.