Reservas de ouro dos bancos centrais sobem 268% para 4,3 trilhões de dólares em 6 anos, informa o FMI

De acordo com um relatório do Fundo Monetário Internacional divulgado no início de julho de 2026, as reservas de ouro dos bancos centrais atingiram um valor de mercado recorde de 4,3 biliões de dólares, um aumento de 268% em relação aos 1,2 biliões de dólares desde janeiro de 2019. A percentagem de ouro nas reservas globais dos bancos centrais subiu de forma acentuada de 10% no início de 2019 para 22% em agosto de 2025. A valorização do preço representou a maior parte do crescimento do valor; as reservas físicas de ouro aumentaram apenas 8,5% no mesmo período. A análise do FMI revela que dois terços dos bancos centrais não aumentaram as compras de ouro durante este período, sendo as nações que não produzem ouro as principais responsáveis pelas aquisições, refletindo estratégias ativas de diversificação de reservas em vez de uma retenção automática da produção mineira.
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