Com base em dados de consenso de oito grandes sociedades de valores mobiliários sul-coreanas que abrangem o último mês, o lucro operacional do segundo trimestre da GC Pharma deverá cair 83% em termos homólogos, para 46 mil milhões de won, com vendas de 417,1 mil milhões de won, o que representa uma quebra de 16,6% nas vendas. A quebra é atribuída sobretudo ao atraso no reconhecimento de receitas das vacinas contra a gripe, após a OMS ter substituído três estirpes de gripe, o que empurrou as vendas anteriormente previstas de 2 mil milhões de won para o terceiro trimestre. Além disso, a exclusão da subsidiária GC Wellbeing dos resultados consolidados e o aumento dos gastos com P&D para ensaios da vacina contra a COVID-19 em mRNA e da vacina contra a varicela pressionaram ainda mais os resultados.
Os analistas de valores mobiliários esperam uma recuperação na segunda metade do ano, à medida que produtos com margens elevadas — incluindo Alriglitazone e Hunterlase — concentram as suas vendas na segunda metade de 2026. A Kiwoom Securities referiu que os resultados do ensaio pediátrico de Fase 3 do Alriglitazone deverão ser divulgados até novembro, com aprovação regulatória para a expansão da indicação pediátrica prevista para a segunda metade de 2027. Entretanto, o pagamento antecipado de 286,8 mil milhões de won da GC Pharma resultante da venda dos direitos da vacina Curevo à Eli Lilly, em julho, será refletido nos resultados do terceiro trimestre.