O ouro cai 14,1% no segundo trimestre de 2026, o pior trimestre em 12 anos, mas a Invesco prevê que a procura dos bancos centrais irá impulsionar os preços

De acordo com a perspetiva trimestral da Invesco sobre o ouro, o ouro caiu 14,1% no segundo trimestre de 2026, marcando o pior trimestre em 12 anos, com os preços a descerem abaixo de 4.000 dólares por onça a 24 de junho, pela primeira vez desde novembro de 2025. Apesar da correção, a Invesco mantém uma perspetiva construtiva para o restante de 2026, citando uma forte procura por parte dos bancos centrais. O Conselho Mundial do Ouro informou que 89% dos bancos centrais entrevistados esperam que as reservas globais de ouro aumentem no próximo ano, com 45% a planear aumentar as suas próprias posições. O ouro mantém-se com um aumento de 21,3% nos últimos 12 meses, e os analistas da Invesco observaram que as compras dos bancos centrais — em grande parte insensíveis ao preço e impulsionadas pela diversificação de reservas e proteção contra a inflação — irão fornecer suporte estrutural aos preços até ao final do ano.
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