No seu Relatório de Avaliação da Estabilidade do Sistema Financeiro divulgado na quinta-feira, o Fundo Monetário Internacional afirmou que as stablecoins indexadas ao dólar dos EUA no Brasil cresceram rapidamente desde 2017 e exigem uma supervisão mais forte. O FMI referiu que os fluxos criptográficos transfronteiriços têm vindo a aumentar de forma constante e são 2 a 3 vezes mais sensíveis a choques globais do que o investimento tradicional de carteira ou o investimento estrangeiro direto.
O banco central do Brasil já introduziu regulamentação para prestadores de serviços de cripto, mas subsistem lacunas na proteção dos ativos dos clientes, nas regras de emissão de stablecoins e no cumprimento das obrigações de prevenção do branqueamento de capitais. O relatório salientou que o mercado de cripto está cada vez mais interligado com o sistema financeiro tradicional.