De acordo com os dados da Jin10, no domingo (1 de junho), a presidente mexicana Claudia Sheinbaum emitiu a sua crítica mais dura aos “esforços flagrantes para interferir nos assuntos internos do México” dos EUA, durante uma manifestação em Cidade do México. Referiu a escalada das ações dos EUA após a morte de dois operacionais da CIA a 19 de abril, afirmando que as autoridades americanas e grupos de extrema-direita estavam a tentar desestabilizar o seu governo.
Sheinbaum destacou a acusação, pelo Departamento de Justiça dos EUA, de 10 funcionários mexicanos, incluindo o governador do estado de Sinaloa, Ruben Rocha Moya, por alegações de tráfico de droga, qualificando-a como “sem precedentes na nossa história bilateral”. Questionou se as ações dos EUA tinham como objetivo ajudar o México ou se refletiam o posicionamento político de extrema-direita americano, à luz das eleições de 2026.