Segundo o South China Morning Post, a MiroMind, uma startup de IA fundada pelo magnata chinês da tecnologia Chen Tianqiao, vai suspender o seu serviço MiroThinker na China continental, em Hong Kong e em Macau a partir de 12 de Maio, no meio do reforço do escrutínio da actividade de IA transfronteiriça na sequência do caso Manus. Pequim ordenou à Meta que desfaça a sua aquisição de 2 mil milhões de dólares da Manus, uma startup de IA fundada por empreendedores chineses, citando preocupações com transferências ilegais de tecnologia.
A MiroMind foi contactada por responsáveis de Pequim no início de Março, após o que a empresa montou firewalls internas para limitar a partilha transfronteiriça de informação e código. A empresa também transferiu parte do pessoal para Singapura e está a dividir as operações para fins de conformidade. Os clientes afectados podem exportar dados e pedir reembolsos.
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