Segundo a Morgan Stanley Investment Management, a empresa publicou no dia 6 de julho o seu relatório de investigação aprofundada do segundo trimestre, intitulado "Inteligência Artificial: Dez Verdades de Investimento", destacando que a IA já não é uma corrida puramente tecnológica, mas sim uma transformação sistémica que está a remodelar a indústria global e as operações organizacionais.
As principais conclusões incluem: a Lei de Moore está a colapsar, à medida que os gargalos da IA passam dos chips para a energia, armazenamento, redes, sistemas de arrefecimento e fornecimento de centros de dados; a economia de tokens está a emergir, à medida que os centros de dados passam de centros de custo para instalações de produção de resultados inteligentes, servindo os tokens como unidades de medida da produção computacional; e as barreiras de software estão a ser redefinidas em torno de dados, conhecimento especializado e distribuição, em vez da funcionalidade do código, uma vez que a IA reduz as barreiras de desenvolvimento e as vantagens competitivas se deslocam para ativos centrais mais difíceis de replicar, incluindo dados empresariais, conhecimento do setor e experiência em processos empresariais incorporados.