Drones ligados à Rússia visaram bases nucleares europeias numa campanha de 18 meses, declinaram após apreensões em 2026

Segundo um relatório do International Institute for Strategic Studies (IISS), os serviços de informações russos orquestraram uma campanha coordenada de vigilância com drones em países da NATO e na Irlanda, entre finais de 2024 e 2026, abrangendo 144 incidentes. A campanha visou instalações militares e nucleares, incluindo a RAF Lakenheath, em Suffolk, a RAF Fairford, em Gloucestershire, e a base de submarinos nucleares de França, em Île Longue, na Bretanha.

Os investigadores identificaram petroleiros ligados à frota sombra da Rússia — incluindo o Seasons 1, que operava no Mar do Norte perto de Essex, e o Hav Dolphin, atracado em Hull — como suspeitas plataformas de lançamento. Apesar de a frequência das incursões ter atingido o pico em setembro e novembro de 2025, as forças militares ocidentais não conseguiram intercetar qualquer drone. O número de incidentes relatados diminuiu depois de as forças navais europeias terem começado a apreender embarcações da frota sombra em 2026.

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