De acordo com o CEO da Saudi Aramco, Amin Nasser, a 11 de maio, as perturbações no Estreito de Ormuz poderão despoletar um choque sem precedentes na oferta global de petróleo, podendo atrasar a recuperação dos mercados até 2027. Se o canal de navegação crítico se mantiver bloqueado a longo prazo, a oferta global de crude poderá cair cerca de 100 milhões de barris por semana, com faltas acumuladas a chegarem perto de 1 mil milhões de barris desde o início do conflito. O estreito movimenta cerca de um quinto do transporte global de petróleo.
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