De acordo com a THORChain, a 20 de junho a rede entrou na fase final de recuperação, com a validação do protocolo KeyVerify em curso. O protocolo verifica a integridade do keyshare de cada nó para confirmar a segurança dos cofres antes do processo de churn, que transferirá todos os fundos da rede para novos cofres.
O período do churn é a principal variável e pode demorar entre algumas horas e vários dias, afirmou a THORChain. Após a conclusão do churn, a rede reativará sequencialmente os ativos Secured e Trade, as operações de LP e a negociação. O prazo alargado de recuperação deveu-se a ter sido dada prioridade à segurança e à estabilidade em detrimento da velocidade.