De acordo com o New York Times, os EUA suspenderam as operações militares contra o Irão em 24 de julho, após 13 dias consecutivos de bombardeamentos, assinalando a primeira pausa em quase duas semanas. A decisão seguiu-se a uma reunião classificada entre o Presidente Donald Trump e responsáveis militares, em 24 de julho, na qual o presidente dos Joint Chiefs of Staff, Dan Kane, alertou que retomar operações de combate em grande escala iria esgotar perigosamente os stocks de mísseis intercetores necessários para defender as forças dos EUA estacionadas na Jordânia, no Kuwait, no Bahrain e nos EAU.
Trump tinha afirmado anteriormente, numa entrevista à Axios, que um grande ataque estava em análise, mas a avaliação da liderança militar quanto à diminuição dos stocks de munições levou à suspensão dos planos de bombardeamento. A pausa coloca o confronto militar entre os dois lados numa trégua temporária.