De acordo com o gestor de portfólio da Fidelity International, Michael Riedel, ele lucraria com apostas na inflação antes de os preços do petróleo dispararem acima de US$ 100 por barril após o conflito no Irã. Riedel havia comprado swaps de inflação dos EUA e do Reino Unido meses antes, apostando que a inflação subiria, apesar do consenso do mercado na época sugerir que as pressões de preços estavam diminuindo. “Dado que vários cortes de juros são esperados por investidores globais, os riscos de conflito no Oriente Médio absolutamente não estão refletidos nas taxas”, disse Riedel em uma entrevista. Apesar de ter reduzido ligeiramente sua posição, ele continua a manter os contratos de swap de inflação.
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