De acordo com documentos do governo, o Banco Central da Índia renovou seu apelo por uma política de criptomoedas "inclinado à proibição", enquanto o departamento de impostos do país alertou que negociações no exterior e carteiras privadas dificultam o acompanhamento do cumprimento fiscal.
O RBI quer proibir bancos e instituições financeiras de manter, negociar ou obter exposição a ativos cripto e stablecoins emitidos de forma privada. A Índia possui aproximadamente 39 milhões de traders de criptomoedas, com cerca de US$ 2,1 bilhões em ativos digitais, segundo estimativas do departamento de impostos. O departamento também destacou problemas de subnotificação, observando que menos de um quarto das pessoas que fizeram transações em criptomoedas as reportaram nas declarações de imposto. Os documentos citaram exchanges offshore, negociações peer-to-peer e desafios de avaliação como principais obstáculos ao cumprimento. A Índia atualmente aplica uma alíquota de 30% sobre ganhos de criptomoedas e um imposto de 1% por transação, regras que, segundo relatos, têm impulsionado a atividade para plataformas offshore.