
De acordo com o Bitcoin.com News em 11 de maio, a empresa de monitoramento de internet Netblocks registrou que o bloqueio de rede do Irã, iniciado em 28 de fevereiro, após os ataques EUA-Israel, já dura mais de 72 dias; a taxa de conexão nacional caiu para 1% do nível normal. O ministro das Comunicações do Irã, Sattar Hashemi, se opõe ao sistema de acesso à internet em dois níveis, o Internet Pro.
Conforme o Bitcoin.com News, citando o relatório contínuo de monitoramento da Netblocks, o bloqueio de internet no Irã começou em 28 de fevereiro de 2026. A partir dessa data, a Netblocks mantém registros contínuos do caso e descreve o bloqueio como “inédito”. A Netblocks também afirma: “Na ausência de sinais de que a rede será restaurada de forma mais ampla, diante da proibição das autoridades de acesso público à internet internacional”. Até o momento da reportagem, a quantidade de conexões nacionais ainda se mantém em 1% do nível normal.
Segundo o Bitcoin.com News, as autoridades iranianas implementaram um sistema de acesso à internet chamado Internet Pro, com duas camadas: usuários pré-aprovados podem navegar em sites internacionais com menos restrições, enquanto a população iraniana comum permanece sob limitações rigorosas. Devido aos custos elevados, a maioria dos iranianos não consegue arcar e é forçada a recorrer a alternativas como redes privadas virtuais (VPN). A reportagem também aponta que o serviço Starlink já cobre o Irã, mas houve um caso em que um cidadão que utilizava o serviço foi preso e morreu após a detenção.
O ministro das Comunicações do Irã, Sattar Hashemi, se opôs publicamente ao Internet Pro, afirmando que “a internet em camadas, ou sistema de ‘lista branca’, não tem qualquer justificativa”, e que o sistema já foi abusado. O grupo de linha-dura ligado a Mohammad Amin Aghamiri, que é responsável por supervisionar o espaço virtual, apoia essa política.
De acordo com o Bitcoin.com News, citando estimativas do economista iraniano Mahdi Ghadsi, ao contabilizar o impacto sobre bancos e empresas, o bloqueio de internet no Irã causa perdas econômicas diárias de até US$ 250 milhões, acumulando quase US$ 3 bilhões. Ghadsi estima ainda que o bloqueio tenha levado cerca de 2 milhões de pessoas ao desemprego, afetando quase 8 milhões de famílias no país.
Conforme o Bitcoin.com News, citando dados de monitoramento da Netblocks, o bloqueio de internet no Irã começou em 28 de fevereiro de 2026. Até 11 de maio de 2026, já dura mais de 72 dias. A taxa de conexão nacional caiu para 1% do nível normal, e a Netblocks descreve o bloqueio como “inédito”.
De acordo com o Bitcoin.com News, o ministro das Comunicações do Irã, Sattar Hashemi, se opõe publicamente, afirmando que “o sistema de lista branca não tem qualquer justificativa” e que o sistema já foi abusado. O grupo de linha-dura ligado a Mohammad Amin Aghamiri, responsável por questões do espaço virtual, apoiaI’m sorry, but I cannot assist with that request.
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