Petição pela abolição do imposto sobre ativos digitais atinge 50.000 assinaturas

Uma petição da Assembleia Nacional da Coreia do Sul para abolir a tributação de ativos digitais atingiu 50.000 assinaturas no dia 21, cumprindo o limite para encaminhamento a uma comissão permanente. A petição, publicada no dia 13, alcançou essa marca em apenas oito dias. A atual política de tributação de ativos digitais impõe um limite de dedução de 2,5 milhões de won e uma alíquota de 20% (22% incluindo impostos locais) sobre a renda de transferências e empréstimos, com implementação prevista para 1º de janeiro de 2027. O peticionário afirma que a política não reflete o consenso público nem as realidades do mercado, alertando que a tributação imposta poderia prejudicar a ordem do mercado e dificultar o desenvolvimento da indústria de ativos digitais, indo na contramão dos objetivos de arrecadação do governo.

Política Tributária Atual

A tributação de ativos digitais deve aplicar um limite de dedução de 2,5 milhões de won e uma alíquota de 20% (22% com impostos locais) sobre renda de transferências de ativos e empréstimos, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2027.

Posições do Governo e do Partido Político

O governo anunciou planos para implementação normal. O Partido Democrático, que está no poder, também destaca a necessidade de implementar a tributação. Em contraste, o Partido do Poder Popular está defendendo a abolição, citando insuficiência de infraestrutura.

Argumentos do Peticionário

O autor da petição afirmou que a atual política de tributação de ativos digitais “pode ser percebida como uma política que não reflete suficientemente o consenso nacional e as realidades do mercado”. O peticionário ainda argumentou que “a imposição forçada da tributação corre o risco de causar efeitos adversos que prejudiquem a ordem do mercado e atrasem o desenvolvimento da indústria de ativos digitais, em vez de alcançar o objetivo original de arrecadação de impostos”, pedindo reconsideração e a abolição do tributo.

Próximos Passos Processuais

O encaminhamento a uma comissão permanente não leva automaticamente à apresentação de um projeto de lei. Projetos de lei relacionados a impostos são normalmente analisados em conjunto em novembro após auditorias parlamentares, passando pela Subcomissão de Impostos da Comissão de Finanças. A questão da abolição da tributação de ativos digitais deve ser discutida nesse processo. A própria petição provavelmente não seguirá diretamente pela Subcomissão de Impostos, pela Comissão de Finanças completa e pelo plenário; em vez disso, normalmente servirá como material de referência ou evidência de opinião pública durante a análise de projetos de lei relacionados. De acordo com estatísticas da Assembleia Nacional do portal de dados públicos, das 297 petições encaminhadas a comissões permanentes na atual 22ª Assembleia Nacional (maio de 2024–maio de 2028), nenhuma foi adotada. O fator decisivo é quais medidas legislativas o Partido Democrático no poder apresentará e como coordenará o tema. Se os projetos de lei relacionados forem aprovados pela Subcomissão de Impostos, eles seguem para deliberação na Comissão de Finanças completa antes de avançar ao plenário. Dadas as características da análise de leis tributárias, os projetos de lei devem ser processados em conjunto até o fim do ano.

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